Por detrás de cada sistema existem princípios lastreadores que ordenam e harmonizam situações específicas envolvendo sujeitos e objetos.
Quando digo sistema, entenda como qualquer esfera na qual é possível haver uma relação entre mais de um objeto, ou sujeito.
Exemplificando fica mais fácil de se entender: a natureza possui leis como a da gravidade, da ação e reação, princípios biológicos que determinam a multiplicação dos seres (reprodução, seja sexuada, ou não); a sociedade é regida não só pelo ordenamento jurídico que lhe é imanente, mas também pela cultura de seu povo - assim, vibrar quando o seu time faz um gol na final do campeonato é um comportamento restrito àqueles que torcem pelo mesmo time e gostam de assistir a uma partida de futebol; o mundo espiritual, como não poderia deixar de ser, possui princípios dos quais precisamos ter ciência, mas na maioria das vezes não temos, ou ignoramos.
A verdade é que nem todos estão preparados para encarar uma triste realidade: a miséria humana.
A ausência de Deus na vida do homem produz todo tipo de aberração, julgada muitas vezes como comum, cotidiana. Desde sentimentos ocultos, alojados no porão da nossa alma, traduzidos por atitudes reveladoras do nosso caráter e valores, até as mais absurdas injustiças, provocadas pela corrupção do homem.
Sem Deus, a ordem vira desordem, aquilo que era pra ser não é, o caos toma conta e abala todo tipo de sistema: a família, a política, a sociedade e a sua cultura.
Divórcio, filhos sem pais, recém-nascidos jogados em latas de lixo, crianças arremessadas pela janela, adolescentes grávidas, mães solteiras, adultérios, esquemas de corrupção, propinas. Tudo isso produto de um estado de "não-Deus" na vida do homem.
Os "valores" são esquecidos, deixados de lado por conveniência do homem. Afinal, muitas vezes não é "conveniente" falar a verdade, ser fiel e agir com honestidade. Ninguém fala isso - é óbvio -, mas muitos agem assim, pensando que os fins justificam os meios.
Pergunta-se, então, onde está Deus, se em meio as guerras usam o Seu nome para justificar atrocidades, se homens que se dizem cheios de Deus cometem pecados tão terríveis?
Difíci de se definir o que é, de fato, ter Deus, não é mesmo?
Voltando-nos para Jesus Cristo, encontramos uma simples resposta para essa obtusa questão.
Trata-se de uma lógica indiscutível contida nas escrituras.
Quando digo sistema, entenda como qualquer esfera na qual é possível haver uma relação entre mais de um objeto, ou sujeito.
Exemplificando fica mais fácil de se entender: a natureza possui leis como a da gravidade, da ação e reação, princípios biológicos que determinam a multiplicação dos seres (reprodução, seja sexuada, ou não); a sociedade é regida não só pelo ordenamento jurídico que lhe é imanente, mas também pela cultura de seu povo - assim, vibrar quando o seu time faz um gol na final do campeonato é um comportamento restrito àqueles que torcem pelo mesmo time e gostam de assistir a uma partida de futebol; o mundo espiritual, como não poderia deixar de ser, possui princípios dos quais precisamos ter ciência, mas na maioria das vezes não temos, ou ignoramos.
A verdade é que nem todos estão preparados para encarar uma triste realidade: a miséria humana.
A ausência de Deus na vida do homem produz todo tipo de aberração, julgada muitas vezes como comum, cotidiana. Desde sentimentos ocultos, alojados no porão da nossa alma, traduzidos por atitudes reveladoras do nosso caráter e valores, até as mais absurdas injustiças, provocadas pela corrupção do homem.
Sem Deus, a ordem vira desordem, aquilo que era pra ser não é, o caos toma conta e abala todo tipo de sistema: a família, a política, a sociedade e a sua cultura.
Divórcio, filhos sem pais, recém-nascidos jogados em latas de lixo, crianças arremessadas pela janela, adolescentes grávidas, mães solteiras, adultérios, esquemas de corrupção, propinas. Tudo isso produto de um estado de "não-Deus" na vida do homem.
Os "valores" são esquecidos, deixados de lado por conveniência do homem. Afinal, muitas vezes não é "conveniente" falar a verdade, ser fiel e agir com honestidade. Ninguém fala isso - é óbvio -, mas muitos agem assim, pensando que os fins justificam os meios.
Pergunta-se, então, onde está Deus, se em meio as guerras usam o Seu nome para justificar atrocidades, se homens que se dizem cheios de Deus cometem pecados tão terríveis?
Difíci de se definir o que é, de fato, ter Deus, não é mesmo?
Voltando-nos para Jesus Cristo, encontramos uma simples resposta para essa obtusa questão.
Trata-se de uma lógica indiscutível contida nas escrituras.
Veja só: no momento em que Jesus foi questionado pelos fariseus (aqueles que eram os bam-bam-bam, "cheios de Deus", religiiosos da época) sobre qual o maior dos mandamentos, respondeu, de forma clara e precisa, ama o Senhor, seu Deus, com toda as suas forças, com todo o seu espírito, com todo o entendimento, amando, também, seu próximo como a si mesmo.
Seu discípulo João, mais tarde, escreveria em uma de suas epístolas: "Deus é amor".
Juntando as duas sentenças, temos que a reposta para pergunta em epígrafe é a conclusão lógica de que tem Deus aquele que AMA, pois o próprio Deus é o amor. Ter Deus, pois, é amar!
Mas, preste antenção, tenha cuidado em tirar interpretações temerárias e precipitadas dessa afirmação, pois o amor a que estou me referindo não se trata de vil paixão, que como fogo inebriante dilacera o coração do homem, mas de um amor "Ágape", muito bem descrito pelo apóstolo Paulo em sua carta aos cristãos de Corinto:
"O amor é sofredor, é benigno; o amor näo é invejoso; o amor näo trata com leviandade, näo se ensoberbece.
Não se porta com indecência, näo busca os seus interesses, näo se irrita, näo suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha"
Chegamos, então, a conclusão de que o princípio que rege o mundo espiritual é a própria essência de Deus - o amor. O homem, como ator principal de Sua criação, está afeto a esse princípio. Princípio tal que, quando quebrado, desvirtua o propósito divino e dá lugar ao diabo - na maioria das vezes, chamado homem.
Quando o amor for restaurado nas famílias, o coração dos pais se voltará ao dos filhos e o coração dos filhos aos pais, os maridos amarão suas esposas como Cristo amou a igreja, entregando sua própria vida na cruz, e suas esposas lhe corresponderão de igual modo, sendo suas ajudadoras idôneas. Não haverá engano, o râncor e a amargura darão lugar ao perdão e a verdadeira vida fluirá das famílias: a vida projetada por Deus.
Pode até parecer um sonho pueril, mas é uma questão de princípios/genêsis, pois "à Sua imagem e semelhança os criou, homem e mulher os criou".
Deus os abençoe!
